Taxa de licenciamento de 264 mil veículos do RN vence nesta semana

Os 264 mil veículos do Rio Grande do Norte que têm placas com terminação 3 e 4 estão com o vencimento da taxa de licenciamento programado para esta quarta (20) e quinta-feira (21), respectivamente. Pelos números do Departamento Estadual de Trânsito do RN (Detran), essa quantidade de veículos corresponde a 20,34% de toda a frota cadastrada no estado. O valor da taxa de licenciamento é de R$ 90, independente do ano, modelo ou categoria do automóvel.

De acordo com o Detran, neste ano os proprietários de veículos automotores devem emitir o boleto digital escolhendo uma das possibilidades de emissão: pelo site www.detran.rn.gov.br, ou aplicativo para smartphone do Detran; nas agências do PágFácil; e para clientes do Banco do Brasil, diretamente nos caixas eletrônicos ou guichê da agência bancária.

Se o usuário escolher o site, com a página aberta, deve clicar no ícone “Consulta de veículos e boletos”. Logo em seguida, é mostrada uma página onde é possível digitar a numeração da placa e do Renavam do veículo a ser consultado. Dessa forma é possível ter acesso à página em que ficam disponíveis os boletos referentes à taxa de licenciamento, IPVA e DPVAT, além de possíveis débitos de infrações de trânsito relacionadas ao veículo consultado.

Existe também a possibilidade do proprietário pagar as taxas no banco de sua escolha. Ainda no site, é preciso clicar no imposto que deseja efetuar o pagamento, e imediatamente é aberta uma nova tela com as opções de emissão de boleto direcionado às instituições bancárias.

O cidadão ainda pode baixar o aplicativo “Detran-RN”, e, ao cadastrar seu veículo, terá acesso a todos os débitos lançados, como também às informações do carro, agendamento de serviços do Detran, além de endereços, telefones e outras informações ligadas ao Departamento. Os pagamentos das taxas podem ser feitos também direto nas agências PágFácil, bastando informar ao atendente a placa do veículo.


*G1 RN

Multinacionais trazem R$ 120 bilhões em empréstimos para filiais no Brasil

As dificuldades enfrentadas pela economia brasileira fizeram com que as multinacionaistivessem de se valer, no ano passado, de um “socorro” bilionário das suas matrizes (ou das filiais de empresas do Brasil no exterior). Em 2018, o dinheiro que veio de fora para ajudar as empresas, o chamado empréstimo intercompanhia, quintuplicou: foi de US$ 6,2 bilhões, em 2017, para US$ 32,3 bilhões (R$ 123,40 bilhões).

Esse tipo de empréstimo costuma aumentar em momentos em que é preciso ajudar uma empresa em dificuldades ou quando as companhias precisam ter acesso a crédito mais barato para se prepararem para uma oportunidade de investimento.

Os dados de 2018 do Investimento Direto no País (IDP), do Banco Central, apontam que a entrada maior desses recursos no ano passado foi impulsionada pelo “socorro” às empresas, segundo analistas. Isso aconteceu, principalmente, pelas dificuldades que a indústria e o setor de serviços enfrentam, com a lenta recuperação do País e a demanda interna reprimida.

Nesse período, enquanto o empréstimo intercompanhia crescia, a participação no capital — os recursos que incluem compras, fusões ou expansão de empresas no Brasil — caiu 12,5%, indo de US$ 64 bilhões para US$ 56 bilhões em um ano. “Os investimentos estrangeiros em participação de capital das empresas são, no fim das contas, aportes em produção. Ainda que esse aumento não se efetive, o investidor faz um aporte em expansão ou fusão de uma companhia para que a produção cresça’, avalia Fábio Silveira, da consultoria Macrosector.

“A operação intercompanhia pode crescer tanto em momentos de crise quanto de bonança na economia. Antes da recessão, os juros no Brasil estavam elevados e as empresas tomaram crédito mais barato lá fora para crescer. Nos últimos anos, se percebe um movimento de entrada de recursos maior para manter o que já está instalado no País do que para novos projetos”, explica o presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas (Sobeet), Luis Afonso Lima.

Ele lembra que a crise e a necessidade de reposicionamento de mercado ajudam a explicar a redução da atividade de algumas empresas estrangeiras no Brasil, com parte delas até deixando o País. Recentemente, a rede de farmácias norte-americana CVS e a varejista francesa Fnac deixaram o mercado nacional e a rede americana Walmart vendeu 80% dos seus negócios no Brasil.

Afetada pelo desaquecimento do mercado e ainda tendo de lidar com a alta ociosidade, a indústria recebeu mais de dois terços dos recursos vindos de operações intercompanhia em 2018. A indústria geralmente é o principal destino desse dinheiro, seguida pelo setor de serviços, mas o seu peso nos empréstimos era menor.

“As empresas internacionais não estão desistindo do Brasil, mas o investidor estrangeiro trabalha com um sinal amarelo”, diz o economista Mauro Rochlin, da Fundação Getulio Vargas (FGV).



*ESTADÃO CONTEÚDO

Para o vice-presidente do MDB, Walter Alves, partido vai definir sucessão com deputados, prefeitos e vereadores

Do vice-presidente do MDB, deputado federal Walter Alves, questionado pelo Blog sobre a declaração do ex-deputado Henrique Alves, sobre a sucessão municipal em Natal:

“Não tem nada definido, está muito cedo. Claro que Álvaro pode ser candidato, Hermano Morais pode ser candidato, mas não é momento dessa decisão, e o presidente do partido, no momento certo vai definir junto com os deputados, os prefeitos, os vereadores. Mas o momento é de ajudar Natal e o Rio Grande do Norte”.


*Thaisa Galvão 

Água Nova-RN: Desde às primeiras horas do dia de ontem que o Jovem Iromar Júnior recebeu dos internautas os parabéns pelo seu dia


Ontem, 18 de Março, comemou-se o aniversário de Francisco Iromar Júnior, filho do líder político Francisco Iromar e sua esposa Maura Lima. Médico, atuante nas cidades de Pau dos Ferros, Patu, Olho d’água dos Borges. O blog deseja muitos anos de vida e muitas felicidades à esse jovem que tem a simplicidade como característica.

Assassinos planejaram massacre em escola de Suzano por mais de 1 ano, aponta investigação

Mensagem em fórum na Deep Web — Foto: TV Globo/Reprodução

Os assassinos que mataram oito pessoas e depois se suicidaram na quarta-feira (13), em Suzano (SP), planejaram o crime por um mais de um ano, apontam as investigações preliminares da Polícia Civil. Outras 11 pessoas ficaram feridas, sendo que uma está em estado grave.

De acordo com os policiais, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, 25, pretendiam matar mais pessoas do que as 13 vítimas do massacre de Columbine, ocorrido em 1999 nos Estados Unidos. Em abril, esse crime completará 20 anos.

A polícia de Suzano procura esclarecer o que levou Guilherme e Luiz a entrarem armados na Escola Estadual Raul Brasil e atirarem e golpearem com machado alunos e funcionários. Antes, um deles matou o tio numa loja.

Após a matança, os assassinos, que eram ex-alunos da escola, morreram. Segundo a polícia, Guilherme atirou em Luiz e depois se suicidou com a chegada da Polícia Militar (PM).

Pesquisas e fórum na Deep Web

Os indícios que levam a investigação a crer que a chacina foi premeditada foram as buscas na internet feitas pelos assassinos sobre como foram cometidos outros atentados a escolas nos Estados Unidos. Um dos que chamavam atenção deles era o de Columbine, em que Eric Harris, de 18, e Dylan Klebold, 17, mataram a tiros 12 colegas e um professora antes de se suicidarem na escola.

A polícia investiga a possibilidade de a dupla de assassinos ter frequentado um fórum intitulado Dogolachan na Deep Web, uma internet considerada obscura na qual pessoas anônimas incitam crimes de ódio e intolerância.

“Muito obrigado pelos conselhos e orientações… esperamos não cometer esse ato em vão”, teria escrito um dos assassinos dois dias antes do massacre em Suzano.

Um dos amigos dos criminosos foi ouvido pela polícia na noite de quarta e contou que soube da intenção da dupla em fazer o atentado. Só não sabia quando seria.

Os investigadores já ouviram 20 pessoas no total, entre pessoas próximas aos assassinos e vítimas deles.

Games e computadores

Computadores foram apreendidos na lan house onde os amigos assassinos costumavam jogar videogame.

Investigadores apuram se Guilherme e Luiz foram influenciados por games de tiros. No carro dos criminosos, foram encontrados dois cadernos que tinham anotações com táticas de jogo. Num deles, há o desenho de uma arma.

Guilherme chegou a postar fotos ameaçadoras na internet momentos antes do crime. Ele aparece armado e com um lenço com desenho de caveira.

Perfil dos assassinos

Policiais civis e peritos da Polícia Técnico-Científica foram as casas dos assassinos, que moravam a pouco mais de 1 quilômetro de distância do colégio.

Guilherme foi criado pela avó, que morreu há cerca de três meses. Luiz vivia com os pais, um irmão mais velho e o avô. Ele era jardineiro e trabalhava na Zona Leste de São Paulo.

Além de investigar a participação dos assassinos nas redes sociais, a polícia quer saber como eles adquiram as armas e como alugaram o carro usados na chacina.

Investigação: carro e armas

A polícia já sabe que o carro usado pelos assassinos ficava num estacionamento e a dupla ia até lá de vez em quando, para colocar os objetos que seriam usados no massacre.

A polícia ainda encontrou na escola um artefato com fios dentro de uma sacola. E garrafas com um líquido que parecia ser coquetel molotov. Todo esse material está sendo periciado.

A principal arma do crime foi um revólver calibre 38, com numeração raspada. Ou seja: foi comprado de criminosos. A arma foi encontrada junto aos corpos dos dois assassinos.

As fotos da tragédia na escola também mostram um outro tipo de objeto caído no chão. São os chamados jet loaders. Foram usados pelo menos quatro desses.

São dispositivos pequenos, feitos de plástico, com cinco furos onde a munição é encaixada. Segundo policiais, os assassinos usaram o equipamento para carregar o revólver em menos tempo para tentar matar o maior número de vítimas.

Os assassinos também tinham um arco e flecha e uma balestra, ou besta. Ainda não se sabe ao certo se chegaram a dispará-los. A besta não é considerada uma arma e tem venda livre.

‘Improvisação’

Para Diógenes Lucca, consultor em segurança, as armas usadas sugerem um certo grau de improvisação dos assassinos.

“Eles teriam feito essa ação com o que tivessem a mão, naquele momento. É claro que uma arma de fogo acabou facilitando e produzindo os danos que nós percebemos aí ao final da operação. Mas… a, o uso da machadinha foi muito revelador da vontade e do desejo absoluto de produzir aquele massacre”, falou Diógenes.

Os corpos de Guilherme e Luiz ainda estão no Instituto Médico-Legal (IML) de Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo. Só serão liberados quando todos os mortos no ataque forem enterrados para evitar que parentes dos assassinos e das vítimas se encontrem.

Ministério Público

O Ministério Público de São Paulo informou, na noite de quarta, que vai investigar em que circunstâncias ocorreram as dez mortes do massacre em Suzano. O trabalho será realizado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).

O objetivo é apurar a possível existência de organização criminosa que tenha colaborado para “eventual cometimento de crimes relacionados a terrorismo doméstico, como apontam os primeiros indícios”, diz o órgão. O termo terrorismo doméstico é usado para definir atentados terroristas cometidos por cidadãos contra o seu próprio povo ou governo.



*G1

Polícia investiga se dinamite que explodiu carros-fortes na RN-118 foi furtada de pedreira

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte vai investigar se a dinamite usada na explosão dos dois carros-fortes na RN-118 na quarta-feira (13) foi furtada de uma pedreira na cidade de Caicó, na região Seridó potiguar, cerca de um mês antes. O caso vai ser apurado pela Delegacia de Caicó.

Na tarde de quarta-feira, bandidos explodiram e roubaram dinheiro de dois carros-fortes na RN-118, estrada que liga as cidades de Caicó a São João do Sabugi. A quadrilha ainda incendiou um micro-ônibus e um carro que passavam pela região. Um caminhão foi atravessado na pista, impedindo a passagem de quem trafegava pela estrada.

Os bandidos deixaram no local do crime uma bolsa com explosivos, que precisou ser analisada pelo esquadrão antibombas do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope).

Dois carros-fortes foram explodidos na tarde de quarta-feira (13) na RN-118 — Foto: Jair Sampaio

A suspeita é de que esses explosivos usados possam ter sido roubados de uma pedreira em Caicó no dia 15 de fevereiro deste ano. Ao todo, 75 quilos de explosivos foram furtados de uma empresa em Caicó localizada às margens da RN-288, próximo à saída da cidade para o município de São José do Seridó.

Na época do assalto à pedreira, o delegado Ricardo Brito, da Delegacia de Caicó, lembrou que esse tipo de material é geralmente usado em detonações de caixas eletrônicos.


*G1RN

Prefeitas do RN se reúnem em Brasília com o presidente do MDB, ex-senador Garibaldi Filho

Presidente do MDB do Rio Grande do Norte, o ex-senador Garibaldi Filho recebeu nesta terça-feira, prefeitas de municípios potiguares.

O encontro aconteceu no gabinete do deputado federal Walter Alves, na Câmara.

Estiveram presentes as prefeitas Stela Sena (Senador Georgino Avelino); Maria Helena Olho D´Água do Borges); Sandra Jaqueline (Fernando Pedroza); Maria Olímpia (Paraú); Maria Dalva – Miúda – (São José do Seridó); Sonyara Ribeiro (Lagoa de Velhos); Lúcia do Nascimento (Baraúna); e Lydice Brito (São João do Sabugi).




*Thaisa Galvão